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A
História do Kitesurf
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A História do Surf
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Os inventores do Windsurf foram o casal Newman e Naomi Darby.

A American Windsurffer magazine conseguiu fotos e documentos que
comprovam que o casal acima foram sem dúvida os inventores do WIndsurf.
Na época ainda namorados,Newman velejador de barco e Naomi canoísta,residentes
na Flórida, em 1963 desenvolveram o primeiro protótipo de windsurf,
incentivados por um desejo de Naomi em possuir uma vela em sua canoa
para se locomover mais rápido. No entanto, o casal, mesmo diante de um
invento que futuramente iria revolucionar o esporte a vela, não foi
feliz na receptividade da sua criação.
Mesmo com um bom
investimento em marketing,porém mal direcionado e a montagem de uma
fábrica, a burocracia e os custos com advogados, fizeram com que eles
desistissem mesmo antes de conseguirem patentear o invento.
No final da história, quem levou todo o mérito foram, Jim, engenheiro
aeroespacial e o velejador Hoyle, empresário e surfista, que entre os
anos de 1967 e 1968, quatro anos após os Darbys, decidirem inventar um
equipamento que unisse a liberdade do surf com a arte de velejar.
Baseados num conceito um pouco diferente do invento dos Darbys e com
mais recursos financeiros, no final de 1968, Schweitzer requereu a
patente do novo equipamento esportivo chamado Windsurf a qual conseguiu
após 13 anos de justiça.
No início, um dos
problemas para concretizar a idéia, estava em , como conciliar o
movimento da vela com a direção da prancha. Até que perceberam que
qualquer barco poderia ser controlado sem o uso do leme, somente com a
ação da vela e que uma prancha de surf pode ser direcionada apenas com a
ação do movimento do corpo.
Com esses conceitos na mente, Drake ficou responsável pelo desenvolvimento
da vela e Schweitzer pelo shape e tamanho da prancha.
A primeira prancha de Schweitzer, chamada de SK-8s, foi feita em
fiberglass. No entanto esse tipo de material foi considerado muito caro
na época. À procura de outras alternativas, Schweitzer descobriu um
polyetileno da Dupont, utilizado na construção do Frisbee(Aquele
disquinho voador esportivo), que se mostrou ideal para a construção de
sua prancha de Windsurf.
O departamento de publicidade da Dupont se encarregou de divulgar o novo
equipamento pelo mundo. Logo foram criadas as primeiras escolas na
Alemanha, entre elas a International Windsurfer Schll, que utilizava um
simulador na terra, onde os alunos praticavam o esporte a seco.
O primeiro grande resultado positivo aconteceu no início da década de
70, quando a Tencate, empresa do setor Têxtil, comprou a licença para
fabricar o Windsurfer na Holanda. A empresa holandesa aliada a
I.W.S.,transformou o novo esporte num grande sucesso.
Entre 1973 e 1978 foram comercializadas cerca de 150.000 unidades, o que
fez com que várias empresas viessem a produzir o Windsurfer em todo o
mundo.
Numa reunião realizada em Moscou, o Comitê Olímpico Internacional
aceitou o Windsurf para participar das Olimpíadas de 1984, quando foi
definitivamente aceito como esporte olímpico.
Klaus Peters-SP,Marcelo Aflalo-SP e Leonardo Klabin- RJ, foram os
pioneiros do windsurf no Brasil.
O paulista Fernado Germano foi quem realmente
trouxe a primeira prancha de windsurf para o Brasil. A rede Globo, com a
novela Água Viva, foi a responsável pela febre do Windsurf no Brasil
nos anos 70.
A modernização dos equipamentos, principalmente após 1988 e o
desenvolvimento paralelo tecnológico , criaram uma nova modalidade
chamada Funboard.
A Funboard se popularizou muito mais rapidamente que o Windsurf
tradicional, praticado nas Olimpíadas, pois os equipamentos são muito
mais ágeis, velozes, leves e coloridos, o que possibilita uma
criatividade muito grande e a invenção constante de novas manobras
torna o esporte insuperável pois nunca se aprende tudo, sempre tem uma
nova manobra que alguém consegue executar e você ainda não.

A classe funboard é subdividida em race e wave, e é justamente esta, a
segunda, que impressiona e atrai um grande contingente de novos
adeptos ao mundo do Windsurf.

O primeiro grande ídolo do esporte internacional foi o americano Roby
Naish penta campeão mundial e figura muito carismática é considerado
o embaixador do Windsurf.
Deixando de lado a extenuante competição anos a fio ganhando inúmeros
campeonatos mundiais, retirou-se das competições para praticar o
windsurf por diversão como deve ser.

Foi então superado
pelo espanhol Bjorn
Dunkerbeck o qual a doze anos era imbatível em todas as
disciplinas. Detalhe: Ele
declarou em uma entrevista na TV para a PWA World Tour que não acredita
em Deus ! Segundo suas palavras, ele acredita em uma força que não
sabe explicar... Pouco depois de se retirar do campeonato muntial de
windsurf, montou sua própria fábrica de pranchas de windsurf, assim como Roby
Naish já estava fazendo.

Mas depois foi superado por Kevin Pritchard irmão mais novo de
Matt Pritchard, e a História continua até hoje com novos nomes...

A Blonski pode ajuda-lo a escrever a sua própria História no cenário
do Windsurf mundial através das pranchas de Windsurf que
fabricamos com a mesma tecnologia utilizada pelos campeões do
esporte.
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Tom Morey, foi o criador da primeira prancha, a Morey Boogie, e portanto do
bodyboarding moderno. Ele é tão importante para o esporte que até
hoje tem gente que chama bodyboarding de boogie board (principalmente no
Hawaii) ou, ainda no Brasil, simplesmente de morey boogie.

Claro que Tom Morey não é responsável pela invenção da arte, ou
esporte, ou estilo de descer ondas deitado sobre uma pequena prancha.
Existem relatos datados do século XV mostrando polinésios surfando
deitados e de "proto-dropknee". Essas pequenas tábuas
rudimentares ("alaias" em polinésio) eram consideradas
"pranchas do povo", já que apenas à realeza era permitido
surfar em pé (sobre pranchas maiores, chamadas de "olos") - o
que se confere por um lado ao surf stand-up o status de "esporte
dos reis", por outro comprova que ha mais de quinhentos anos o
bodyboarding é a maneira mais divertida de correr uma onda.
De volta ao século XX, mas ainda antes de Morey, diversos tipo de belly
boards (pranchas de barriga, literalmente) foram usados: as planondas de
madeira (conhecidas no Hawaii por paipo boardse utilizadas até hoje),
pranchas de isopor, colchões plásticos infláveis... Mas coube a Tom
Morey o mérito de transformar uma brincadeira de praia em um esporte
ultra-radical com mais de 1 milhão de praticantes por todo o mundo e
uma indústria que movimenta muitos milhões de dólares em
equipamentos, campeonatos, mídia...
Esse sonho teve início em 1971, quando Morey deixou a indústria de
pranchas na Califórnia e mudou-se para o Hawaii, disposto a seguir
carreira de baterista de jazz. Ao mesmo tempo, Tom não parava de pensar
na criação de algo que fosse a prancha mais veloz, mas que pudesse ser
surfada de outra maneira. "Não havia muitas opções naquela época",
lembra Morey. "Ou você
comprava uma prancha de isopor escrota de US$ 3,97 que quebrava num
segundo ou então um colchão de ar que dobrava e não fazia curvas.
Dizem que a necessidade á a mãe de todas as invenções. E com Tom
Morey não foi diferente. Um mês mais tarde, já vivendo em um pico
chamado Honois, na Big Island, Tom foi pego de calças curtas: havia
ondas perfeitas, mas ele não tinha nenhuma prancha. À sua disposição,
apenas nove pés de bloco sem forma. A primeira coisa que Morey fez foi
cortar o bloco ao meio - e então ele tinha dois pedaços que
precisavam ser transformados em algo que ele pudesse surfar. Tom passou
o dia testando maneiras de shapear a prancha e descobriu como moldar o
bloco . "Eu desenhei algumas curvas na espuma com uma caneta,e fui
para a acama".
Na manhã seguinte, Tom Morey começou a dar vida à sua criatura. Fez
pranchas tão largas quanto pode e esculpiu os bicos quadrados, para
deixá-las mais fortes e ao mesmo tempo criar um ponto onde elas
pudessem ser seguras. As bordas foram inspiradas num tipo de prancha
chamada Hot Curl. "As Hot Curl são das décadas de 20 e 30",
explica Tom, "construídas antes das quilhas serem usadas". As
bordas de 45 graus deram um aspecto inovador à invenção de Morey.
"Elas pareciam ótimas, mas não tinha certeza se
funcionariam".
Tom não perdeu tempo. Correu para o mar com seu novo brinquedo. O
resultado foi melhor do que ele esperava. "Pela primeira vez, pude
sentir a onda através da prancha. Em prancha de surf, você não sente
cada nuance da onda, o que você sente é como um pedaço de fibra de 7
pés desliza sobre a onda. Mas com minha invenção eu podia sentir cada
milímetro da onda". Era o dia 9
de julho de 1971 - e o bodyboarding estava nascendo!
"Essa coisa funciona, é durável, barata, leve, segura, impermeável...
Meu Deus, isso pode ser realmete alguma coisa grande!" Tom Morey
estava realmente encantado com a pranchinha. Tanto que vendeu uma para
seu vizinho por apenas dez doláres. "Eu precisava saber se alguém
a compraria", explica Tom. "Depois de vender uma, senti que
poderia vendê-las em qualque lugar".
De volta à Califórnia, ainda em 71, cheio de idéias mas com apenas
mil dólares no bolso, Morey saiu em busca de um parceiro para fabricar
sua invenção. A gordon & Smith foi a primeira a acreditar em Tom e
oferecer-lhe uma chance: 280 dólares por semana e 5% do faturamento
bruto da invenção, que até então não tinha nome. O gerente de
vendas da G&S, numa das previsãoes mais furadas da história, ainda
profetizou: "Você nunca vai conseguir 13 dólares por essas
coisas..." Felizmente para Morey - e para todo o bodyboarding - o
cara estava redondamente enganado.
O passo seguinte era conseguir um nome para "a coisa". A idéia
inicial de Tom era chamá-la de S.N.A.K.E. (side, navel, arm, knee,
elbow) ou, traduzindo, lado, centro, braço, joelho, cotovelo - as
partes do corpo envolvidas quando se surfa. Mas a aceitação feminina
na fábrica da G%S para "snake" (cobra, em inglês) foi tão
negativa ("Ai, eu não gosto de cobras!") que Morey acabou
escolhendo outro nome. "Boogie foi uma grande onda musical",
explica Tom. O nome tinha balanço e combinava com a prancha. Morey
Boogie - ainda se ouviria falar muito nesse nome...
A Morey Boogie só deslancharia quase dois anos depois, quando Tom já
havia saído da G&S. Até então as pranchas não tinha
"pele" cobrindo do deck, o bottom e as bordas. "O
acabamento não era bom o suficiente para chegar ao mercado, por isso
fiquei trabalhando em outros projetos na G&S", explica Morey.
Mas nesse período Tom acabou se divorciando e tendo de vender seu
rancho no Hawaii. Com sua parte na venda, 26 mil dólares, pediu as
contas na G&S e decidiu dar outra chance aos boogies. Durante uma
visita a uma fábrica de espuma , ele viu alguns pedaços de pele
jogados em um canto. "Quando colei a pele no "core" das
pranchas, elas se tornaram lisas e brilhantes". As Morey Boogie
estavam finalmente prontas para serem vendidas. Ao invés de tentar
repassar os bodyboards em surf shops, Tom preferiu anuncá-los na
revista Surfing e vender por reembolso postal. Elas custavam 37 dólares,
porque essa era minha idade na época e o suficiente para pagar minhas
contas". No dia seguinte à publicação, cinco pedidos chegaram à
sua casa. "185 dólares em um dia!", se lembra Morey. O sonho
de Tom até que enfim começara a explodir.
Quase trinta anos depois, o sonho continua mais real do que nunca e sem
data para terminar. Por isso, se algum prego chegar a você e perguntar:
"Você pega onda de morey?", não perca a paciência e deixe
pra lá. Na pior das hipóteses, você estará homenageando Tom Morey, o
cara que transformou em realidade o melhor dos nossos sonhos.
Era o dia 9 de julho de 1971 - e o bodyboarding estava nascendo !
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A História do Kitesurf.
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Os primeiros
Kites utilizados para o que viria a se tornar o Kitesurf que conhecemos
hoje, tinham o inconveniente de afundar na água e serem de dificílima
redecolagem e nada seguros.
Foi preciso
surgir nesta história dois irmãos...

Bruno Legaignoux
e seu irmão Dominique são os inventores do Kite inflável que nós
utilizamos nos dias de hoje, já todo evoluído.
Bruno e seu
irmão são franceses e velejadores campeões Junior, instrutores de
velejo, surfistas, windsurfistas e é claro kitesurfistas como nós. Eles
desenvolveram velas e barcos bastante eficientes e finalmente se
interessaram nos Kites (Pipas em bom português) Sim pipas, só que no
kitesurf em vez de você soltar pipa, é a pipa, (Kite) que solta você.

Foi no ano de
1984 que eles começaram a fritar neurônios para desenvolver o tal kite
inflável. Após algumas tentativas pareceu obvio para eles que não
existia um kite que pudesse ser redecolado da água, foi justamente aí
que o gênio inventivo deles pos toda a capacidade para resolver o
problema. Depois de um ano de trabalho eles estavam velejando de ski e
fazendo demonstrações no ano de 1985 durante a semana internacional de
velocidade. Então eles patentearam a idéia. O Projeto em dois anos com
várias licenças não teve interesse por parte das companhias de windsurf.
Graças a Deus
eles nunca pararam de acreditar após 10 anos, com trabalho duro
continuando o projeto sem dinheiro, olhando para novos mercados,
licenças, até que criaram sua própria companhia e começaram a produzir
na França em 1993-1994...tudo a um alto custo, por favor não chore !

O tempo do kitesurf chegou. Eles estão orgulhosos em ver que eles são os atores por
trás do nascimento do kitesurf, mas eles não estão sozinhos. Por exemplo
Cory Roeseler com o Kiteski ou Andréas Kuhn com o paraglider ajudou
também com a exposição na mídia internacional. Em 1995-1996 eles
entraram em sérias conversas com a Neil Pryde, Finalmente a companhia
cedeu, aceitaram produzir pequenas quantidades para os irmãos que
começaram a vender estes kites em julho de 1997 com a marca da Wipika.
Então os irmãos encontraram outro fabricante na Asia.
Em 1989, Don Montague e o Famoso Robby Naish vieram até os irmãos Legaignoux
perguntando por uma licença. Foi o gol de placa, eles concordaram e
venderam par a Naish e ambos precisavam de um software para produzir
novos desenhos rapidamente. Eles foram para o Hawaii e deram todo o
conhecimento para Don Montague e seu programador. Um ano mais tarde, o
programa estava funcionando.
Os irmãos o
copiaram e agora todo mundo pode desenhar um novo bom kite em 30
segundos, apenas trocando um parâmetro. Por exemplo, trocando o AR=2.5
(um valor padrão) por 8 e você vai parecer um gênio do designer.
Patente de Proteção?
Algumas pessoas vêem desta forma, Eles acreditam quando você é uma
companhia bem organizada no mercado, onde os produtos evoluem bem
rápido, patentes é apenas desperdício de dinheiro e energia. Mas se você
é um "pequeno" e independente inventor, não tem chance contra grandes
companhias se não proteger suas idéias. Eles não vão te dar crédito por
isto.
A motivação
deles perdurou por duros anos por causa das patentes.
Esta é uma
guerra de patentes onde alguém copia faz uma pequena modificação
tentando burlar as patentes, mas no fim eles acreditam que vão vencer.
Obviamente, eles conseguiram parar alguns maus intencionados tentando
burlar suas patentes.
Esta é uma briga
ferrenha na industria de kite.
Quem inventou ? Quem
inventou o kitesurf ? Muitas pessoas falaram isto sem notar que alguém
previsivelmente fez algo muito perto.
Os irmão
começaram em 1984 com pranchas de windsurf por que eles são surfistas e
windsurfistas também, mas não esquiadores. Os esquiadores tentavam com
esquis por que o waterstart era mais fácil. os irmãos construíram muitas
pranchas para este propósito. Neste tempo os kites dos esquiadores eram
muito instáveis. Mas a patente sobre as pranchas do tipo windsurf também
existe.
Os irmãos Legaignoux tentaram todos os tipos de pranchas e muitas coisas que você
nem pode imaginar e o desenho da patente mostra um rapaz em dois esquis
de 40 cm. Patins para água. Era divertido para eles velejar com aquilo.
Quem inventou o kite de grande AR inflável ? Em 1985 eles fizeram um kite tamanho 17 com
um AR 6 e com 100 % pele dupla, com este kite eles conseguiam o
waterstart de 6 a 12 knots durante a semana internacional de velocidade
de 1986 chegando a 14.5 knots durante uma corrida de 500 metros quando o
melhor dos windsurfistas registrou 10 knots. isto está registrado, faz
parte da História.
Então eles
fizeram kites com 20 %, 30 %, 40 %, 60 %, 80 %, 100 %, dupla camada,
descrita na patente de 1984, com kites feitos de milar transparente.
Provavelmente
você verá este tipo de improviso nos próximos meses ou anos.
Quem inventou as
talas infláveis ? Um Competidor ? Não. No passado eles usaram dois
diferentes métodos de construção para as talas infláveis. um tubo vedado
e um tubo de milar , desta forma está descrito na patente original.
Quem inventou o
sistema de 4 linhas na barra ? Um Competidor ? Não. eles tem também uma
patente disto em 1995. Primeiramente eles usaram isto no kitebugy.
Por que eles não
usaram estas idéias antes ? Tem dois motivos, Primeiro quando você
estabelece uma companhia e você tem dinheiro. Especialmente na França,
você tem que trabalhar 80 horas por semana ,trabalhando corretamente.
Então eles não tinham dinheiro , é por isto que em 1999 decidiram mudar
em 2000 para República Dominicana e naquela época o mercado não estava
preparado para kites mais desenvolvidos.
Nos "primeiros
anos" eles fizeram kites eficientes quando eles entenderam que tinham que
fazer as coisas simples, estáveis e seguras.
Em 1998 , 100 %
dos usuários eram iniciantes. Não tinha muito mercado como este. Em 1999
continuava tendo 90 % de iniciantes, mas os outros 10 % começaram a
perguntar por kites mais eficientes, então eles prepararam o Air AR3.3 e
começaram a vender este kite no começo de 2000. Mas por causa
do Naish AR5 o kite dos irmão ficou fora de moda , se você pode
acreditar nisto.
Os irmãos acreditam em segurança e quando eles ouviram
que alguns iniciantes compravam kites AR5, eles ficaram aterrorizados.
Primeiro este kite é mais difícil de redecolar, mas acima de tudo é
muito rápido. Isto faz um kite super perigoso para iniciantes no estado
do mercado da época sem escolas e sem vendedores bem informados. Hoje em
dia ainda as informações dos vendedores não são das melhores, imagine na
época. Então eles começaram a competir com a eficiência, justamente
como os fabricantes de windsurf fazem.
Um fato. Os velejadores da Wipika, Franz Olry e Cristopher Tasti, venceram alguns
eventos sem precisar usar um kite com AR muito alto. por que este tipo
de kite é muito rápido e instável, com o que não podem fazer todos os
tipos de manobras. Eles faziam as manobras com kites mais estáveis.
Eles não querem um kite 20 no quiver. Eles querem simplicidade. Igual
para Lou Wainman, Maurício Abreu e muitos outros.
Se você ver eles
usando um kite com um AR alto, é por que a competição puxa para este
caminho, e não por que eles preferem isto, só em ventos fracos valia a
pena usar este tipo de kite !
O Conceito do Kite Bow na História do Kitesurf, veio para reconciliar a rigidez dos tubos de ar de um kite com o shape plano de
uma asa que era o sonho de muitos projetistas desde que o kitesurf se tornou
popular, mas ninguém teve sucesso em desenvolver um Kite que funcionasse .
O kite "C" inventado em 1984 pelos irmãos Legaignoux continuou uma
referencia incontestável.
Paradoxalmente, Dominique e Bruno Legaignoux
atacaram o problema no final de 2001 em casa, na República Dominicana,
em reação aos cada vez mais freqüentes acidentes com os kites do tipo
"C".
O seu segundo gol de placa foi quando conseguiram fazer uma asa (kite) com
capacidade de perder totalmente a potência, e bolaram um sistema para
desengate rápido do kite em situação de emergência total.
Até então coisas como estas eram totalmente fora da realidade dos kites
que existiam até esta idéia divisora de águas.
Realmente a nova idéia dos Legaignoux foi um salto quântico no
desenvolvimento do kitesurf como um todo.
Em 2000-2001 a imagem de uma grande companhia entra no mercado, Pete Cabrinha e a famosa
Neylpride fundaram a Cabrinha Kites então Pat Goodman entrou no time como designer
dos kites da Cabrinha.
Mesmo os velejadores mais resistentes a
mudanças acabaram percebendo as inúmeras vantagens do kite Bow, como a
capacidade de liberar totalmente a potência do kite e não ser arrastado
quando o velejador não quer, até então isto não existia.
Entretanto é muito mais fácil fazer um kite Bow perder potência que um
kite "C".
Então os irmãos desenvolveram o kite Bow
com um cabresto e apenas 4 linhas de comando, com o shaip mais plano e
mais abertura da Asa que um kite "C", sem deformações na estrutura
da asa em vôo.
A principal inovação consistia em colocar
as pontas do kite mais para traz com o bordo de fuga côncavo, isto
tornou possível deixar a shaip do kite mais plano e com um bordo de fuga
perfeitamente firme, sem deformações.
Então surgiu o kite Bow com um sistema original e bastante simples de
linhas ou cabresto fixados no bordo de ataque desenhado para permitir a
liberação total da força do kite e curvas rápidas no vôo do kite
mediante o uso de roldanas que multiplicam os pequenos movimentos
necessários na barra de controle.
A principal inovação que diferencia o formato do kite Bow do kite "C" é
principalmente o formato côncavo do bordo de fuga com as pontas da asa
mais para traz e o cabresto que suporta a abertura mais plana do bordo
de ataque do kite.
Muitas alternativas e formas de cabrestos
são possíveis abaixo deste conceito inovador.
Este novo conceito de kite Bow foi proposto para a Takoon em 2003, junto
com todas as licenças das patentes do kite inflável no começo de 2005.
Diamnond Wite Lda, é a proprietária das
patentes protegidas do conceito de kite Bow , agora oferece licenças
para qualquer marca interessada em fabricar kite do tipo Bow.
A Cabrinha foi a primeira empresa a comercializar o kite Bow, mais tarde
vários outros fabricantes seguiram o mesmo caminho, inclusive mais
recentemente a Naish com o SLE.
Então atualmente os Kites evoluíram para o tipo Bow ou SLE como prefere chamar
a Naish, no fim é quase a mesma coisa. Acaba confundindo os iniciantes no
esporte, mas é praticamente o mesmo tipo de kite, a diferença é que o Crossbow, ou o
novo XBow da Cabrinha tem o perfil da asa um pouco mais aberto e plano que o Naish Shockwave chamado pela Naish de kite SLE.
Se colocar na praia um Kite Shockwave da Naish e um Switchblade da
Cabrinha, os dois são muito parecidos, o que muda fóra o bordo de fuga
da Naish que não é côncavo, para fugir da patente, é a marca e as
cores, alguns pequenos detalhes, e é claro a torcida que prefere um ou
outro. Aqui é mais uma vez briga de patentes. Se o SLE da Naish tivesse
o bordo de fuga côncavo teria a asa mais plana. E teria que pagar a
licença da patente do kite Bow.
Os kites destes fabricantes atualmente são excelentes ! Existem várias
outras marcas no mercado que fabricam o mesmo tipo de kite.
Os Kites do tipo Bow ou SLE são os kites mais seguros para o iniciante e
o preferido de muitos kitesurfistas mais avançados, no passado muitos
acidentes aconteceram com os kites do tipo "C " por faltar segurança nos
Kites.
Hoje em dia é muito mais seguro, pois existem muitas escolas que ensinam Kitesurf e todas as normas de segurança antes do futuro velejador se
aventurar neste esporte empolgante .

Continua
em breve ...
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cada dia, fabricando as pranchas de kitesurf para você arrepiar na água.
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A História do Surf
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O
Surf tem profundas raízes
religiosas, culturais e sociais.
Era considerada uma
atividade nobre. Somente os reis e suas famílias podiam surfar em pé e
sem restrições.
Segundo uma lenda Havaiana, Moikeha, um rei do Taiti,
velejou até o Havaí para surfar. Aportou na primeira ilha do
arquipélago, mas não gostou de lá, indo até Oahu e em seguida ao Kawai.
Ao chegar a ilha de Wailua, encontrou ondas perfeitas em um lugar
chamado Makaiwa. Mais tarde, tornou-se o rei do Kawai.
Oficialmente, na época da colonização, foi em 1778 ,que
o capitão da Marinha Real Britânica, James Cook, fez o primeiro registro
sobre o Surf em seu diário de explorador, Cook descreveu cenas em que
via vários indígenas nus, deslizando em alta velocidade sobre ondas de
quatro a cinco metros de altura, em um lugar chamado Waimea, no Havaí.
Cook gostou do surfe, disse até mesmo que se tratava de algo muito
relaxante.
Mas os missionários, cheios de preconceito religiosos,
condenaram prontamente aquela atividade. Segundo eles, os havaianos
levavam uma vida muito preguiçosa e o surfe era coisa de vagabundos que
não produziam, uma necessidade do civilizado mundo europeu da época.
Outra teoria afirma que os inventores do surfe é o Povo
Inca, os primeiros habitantes do Peru. Isso se deve aos escritos
espanhóis da época da colonização, cerca de 500 anos atrás, que narram
nativos deslizando sobre o oceano, em embarcações construídas pelos
pescadores e chamadas de "cabalito de totora", usada para a pesca e
diversão, como a prática do surfe após as pescarias.
Segundo essa hipótese, os incas perceberam quando
voltavam de suas longas pescarias, que era mais emocionante e desafiador
descer as ondas de pé sobre o casco das embarcações.
E segundo esta hipótese, foram os Polinésios que
levaram o surfe para o Havaí. Navegando pelos padrões que o vento, a
terra e as correntes criavam na água e seguindo o caminho das estrelas,
eles cruzaram o Equador e chegaram às ilhas mais remotas da terra pelo
arquipélago Havaiano, onde encontraram apenas formações rochosas,
tempestades e furacões.
Esses exploradores deram então origem a uma nova
civilização, adaptando a mitologia e o modo de vida das ilhas à sua
cultura, especialmente no brincar com as ondas do oceano.
Há também indícios de práticas ancestrais de surfe na África Ocidental.
A restrita bibliografia
sobre o surf aponta o seu surgimento nas Ilhas Polinésias, através dos
povos nativos, em virtude de sua própria cultura de subsistência, a
pesca. Constantemente tinham que se atirar ao mar com seus barcos feitos
artesanalmente para pescar, e quando voltavam, deslizavam sobre as ondas
para chegar mais rápido à terra firme. Este ritual acabou se tornando um
hábito entre as civilizações daquela região.
Mais tarde, nas ilhas do
Hawaii, o Surf começou a ser praticado pelos antigos reis Havaianos com
pranchas feitas de madeira, extraídas de árvores locais.
Os nativos possuíam um
ritual religioso para a fabricação das suas pranchas. O ritual começava
com a escolha da árvore, colocando ao pé do tronco um peixe vermelho
chamado Kumu e a árvore era cortada. Nas raízes fazia-se um
buraco onde, com uma oração, era enterrado o Kumu. Em seguida
era dado início ao trabalho de modelagem ou shape (escultura da
prancha); como ferramentas usavam lascas de pedras e pedaços de coral
granulado (Pokaku Ouna) e um tipo de pedra bem dura (Oahi) para alisar a
superfície. Com a superfície lisa, aplicavam as raízes de uma árvore
chamada Hili, para dar uma cor preta. Para impermeabilizar
usavam cera.
No meio da
população nativa hawaiana o surf era intimamente ligado às raízes
culturais.
Faziam um ritual religioso festivo, onde os chefes agradeciam aos deuses
as farturas do mar, das ondas e os prazeres de brincar nas suas águas.
Alguns indícios apontam 1500 anos atrás como sendo o período em que os
Polinésios desciam as ondas com pranchas de surf feitas de tábuas.
Como
no Hawaii, o surf na Polinésia estava associado às raízes religiosas,
culturais e sociais.
As raízes culturais
do surf, através do ritualismo, impunham aos nativos uma determinada
hierarquia de prática. Aos reis e suas proles era permitido surfar na
posição de pé. As pranchas maiores eram denominadas de Alla.
Tinham sete pés de comprimento e eram mais aperfeiçoadas, pois faziam
parte de todo um ritual de confecção e só podiam ser utilizadas pela
realeza.
As pranchas menores
ou Alaia, pranchas mal acabadas, desprezadas pelos chefes eram
destinadas aos nativos ou súditos que estavam mais próximos da família
real. O restante da tribo tinha restrições para a sua prática. Já
naquela época os aborígenes pertencentes à família real realizavam
competições e lutas mortais por causa do surf.
O Surf era para os nobres
e destemidos.
Até o início do século,
a maioria dos Havaianos praticava o Surf como atividade de lazer. Este
hábito passou a ser encarado de outra forma quando o então campeão
olímpico de natação, o Havaiano Duke Kahanamoku,

começou a divulgar o esporte
em outros países por onde passava, quando exercia sua função.

Em
muitos países o surf começou a ser praticado regularmente, e por volta
da década de 20 começaram a aparecer os primeiros campeonatos na
Califórnia.


Bob Simons criou a
primeira prancha de fibra de vidro em 1949. Em meados de 1950, as
pranchas passaram a ser comercializadas e na década de 60 o surf
tornou-se competitivo e profissional.
A partir daí a evolução das
fábricas de pranchas, roupas e outros equipamentos destinados ao surf
foram constantes. Em 1975, o Surf foi reconhecido mundialmente como
esporte ligado à natureza, ganhou um número considerável de
praticantes.

Foi então criada a IPS
(International Professional Surfers) com o objetivo de desenvolver o
surf profissional e realizava campeonatos de Surf na época.
No Brasil
Aqui no Brasil, as primeiras
pranchas que na verdade eram "tábuas havaianas", foram trazidas por
turistas. Em 1938 a primeira prancha brasileira provavelmente, foi
feita pelos paulistas Osmar Gonçalves, João Roberto e Júlio Putz, a
partir de uma revista americana, que em uma matéria dava medidas e o
tipo de madeira a ser usada. Pesava 80 kg e media 3,6 metros. Em 1950,
os cariocas Jorge Grande, Bizão e Paulo Preguiça, construíram uma
prancha de madeira, inspirados nas pranchas de madeira balsa que um
piloto comercial americano da rota Hawaii-Rio, trouxe em uma de suas
viagens. Não tinham boa flutuação nem envergadura. Em 1962, enquanto no
Rio o Sr Moacir criou uma técnica para dar envergadura aos pranchões,
em São Paulo, Homero Naldinho, com 14 anos, fazia suas madeirites que
mediam apenas 2,2m (o tamanho das Minimodels, que surgiram somente em
1967), pois as placas de madeirite tinham esse tamanho.
Em 1963, George Bally e Arduíno Colassanti, começaram a shapear
as primeiras pranchas de isopor. Com uma lixa grossa presa a uma
madeira, levavam dois dias para fazer uma prancha. A referência era uma
foto de revista.
Em 1964, Mário Bração e Irencir, conheceram o australiano Peter
Troy, que trouxe outlines (templates) e noções de shapear de seu país.
Ainda usava o madeirão como lixa, o ralador de côco e a grosa. Mais
tarde apareceu o "Suform" importado, mas o bloco ainda era de isopor.
Enquanto isso, em São PauloP, Homero fazia as primeiras pranchas de madeira oca.
Inspirado em pranchões gringos.
Em 1965, o Coronel Parreiras fundou a primeira fábrica de pranchas
no Brasil: a São Conrado Surfboard, no RJ. Parreira adaptou para o shape
uma técnica usada no aeromodelismo: após colar a longarina com a curva
desejada, usava fio quente para cortar o fundo e o deck acompanhando a
curva da longarina. A seguir cortava o outline e dava o finish. Seus
shapers Mário Bração e Ciro Beltrão. Mais tarde, Carlos Mudinho também
passou a shapear na São Conrado.
Enquanto isso, em São Paulo, além de Homero, Eduardo Faggiano,
o Cocó, Nelsinho e Lagartixa, faziam pranchões de madeira envergados com
calor. Mas logo aderiram ao isopor seguindo o exemplo do pioneiro
Parreiras.
Em 1967, Penho volta do Hawaii, trazendo a primeira plaina
Skill e a técnica de shapear. Porém, as minimodels haviam acabado de
surgir e ninguém sabia exatamente o que shapear. Faziam-se miniguns e
minipranchões, mas nada com embasamento teórico. Nessa época surgiram os
shapers Miçari, Rico, Wanderbilt, Tito Rosemberg, Marcelo "Caneca",
Otávio Pacheco, Maraca, Zeca Guaratiba, Isso Amsler, Paulo Aragão e
Dentinho.
Em 1969, o Coronel Parreiras, lança o poliuretano branco com
química importada Clark Foam. Paralelamente, Homero cria a primeira
fábrica de pranchas de São Paulo e passa a comprar blocos Clark Foam do
Coronel Parreiras. Inovador, Homero alcançou popularidade em todo o
Brasil. Além de ter criado, provavelmente, a primeira máquina de shape
do mundo, dava garantia de 1 ano para suas pranchas modelo Homero Luxo e
de 6 meses para o modelo "Superlight".
Nessa mesma época, Tito Rosemberg voltava da Europa e Estados
Unidos da América, com
um Know-How bastante avançado para a época, passando a dividir o mercado
brasileiro com Homero.
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de oferecer pranchas de Surf personalizadas para você praticar um
esporte que tem História para contar, assim você vai escrever a sua
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